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Velhos rancores guardados no bolso
Posted by Gustavo Pitwak
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07:37

O jeito mais fácil de escrever é pela vivência, as vão palavras surgindo como num turbilhão, ainda mais quando esta se encontra fresquinha na pele, e você se pega á escrever, nervoso e com amor (sarcástico?).
Em um projeto de férias, e recém solteiro, me visto a carapuça de boêmio e boto-me a gandaiar, enrustido do velho romântico em uma capa de ovelha negra.
E o Destino, este prega peças, pelo menos foi assim até agora em minha vida, podia até ouvir o ressoar do destino dizendo “pegadinho do malandro”, e lembro-me daí da cara de um grande amigo da vida acadêmica, quando até então uma ex-namorada resolve querer reatar os laços que ela terminou, estes que nem sei aonde tinha guardado ou se joguei fora.
O grito de guerra já tinha sido dado, não havia volta, o “Dark Vader” já tinha tomado posse, na verdade já estava pra lá do outro lado da força. Penso que não se tem lados e sim conceitos, como posso me julgar estar do lado do malvado, ou do bonzinho, quando o lado do mal me faz bem, que irônico.
Dizem que amor e ódio são sentimentos muito próximos. Pois é verdade, são muito intensos, e por isso um fica na fronteira do outro, como confrontos na faixa de Gaza, é bomba pra todo lado. Algumas rejeições desfrutam o ódio, e se tinha amor antes, da lhe a falação. Naturalmente a mulher já tem o “know-hall” da conversa, pra não dizer “fofoca” que soaria ruim. Mas é. E é com toda essa desenvoltura que ela consegue difamar com certo profissionalismo, o que não é ruim pra quem já é tomado pela malandragem, afinal “pra quem está leproso o que é uma feridinha?”. Pergunto-me o que faria de diferente, a não ser aproveitar a “publicidade” negativa pra alavanca o lucro. Em Marketing, o produto indiferente do design, cor, preço e demais aspectos, só é bom produto quando tem mercado. Ninguém ainda inventou geléia de jacá, o público é limitado. Então entro novamente no paradoxo “bem e mal”, porque seguir o conceito bonzinho se o nicho aponta a tendência de mercado pra canalhice?
A aventura sempre foi propulsora para os amantes, como um motivo pra se amar. E tenho certo que aventura é ligada às coisas intensas, e perigosas.
Falam mal, tanto, na mesma proporção que me ligam, imagino então que meu telefone virou um disk aventura. Na verdade elas ainda precisam apenas de uma desculpa pro delírio, fingir-se de bonzinho, mesmo que elas saibam que não é. Algo como “fingir que não sabem que elas sabem” para que toda parte da “canalhice” fique pra você. E depois elas terem o crédito da palavra... - Ele me enganou; Fui usada; Ele nem me ligou mais; iludiu-me; coisas do gênero. Doce sujeira amorosa.
Neste ponto ninguém ta errado, só cumprindo as funções normais do masculino e feminino. Desde a caverna os dois trabalham, mas homem sai á caça, pra pegar à presa. A mulher é costumeira e cúmplice tempera e prepara a comida. A condição de cúmplice vem meio que desligada do crime total, é depois do crime feito, e não como autor, o agravante sobra ao homem. Existe esta luta, entre quem ser o individuo pragmático e o erótico, do grego Pragma e Eros, consciência e calculismo, contra o poético e erótico. E como é bom o sabor dos boêmios. As noites, as festas a bebida que adoça a mente e pensamentos, é o fluido lubrificante das engrenagens do xaveco, e solvente da timidez, e como eles saem quando se lubrifica bem. Cerveja, Uísque, Rum, bebidas que nos dão o dom da palavra, e tiram da mulher o direito do “não”, a cada gole, mais e mais receptivas ao “sim”. Ah, com certeza Deus deve ter feito as mulheres mais fracas para o álcool propositalmente, pra que não bebessem muito, talvez para o pecado não ser maior. E de certa forma o diabo gostou, porque ficou barato esse pecado, basta gastar com uma ou duas doses de dry-Martini, pra ficarem tinindo ao sexo ilimitado.
(G.P)
Em um projeto de férias, e recém solteiro, me visto a carapuça de boêmio e boto-me a gandaiar, enrustido do velho romântico em uma capa de ovelha negra.
E o Destino, este prega peças, pelo menos foi assim até agora em minha vida, podia até ouvir o ressoar do destino dizendo “pegadinho do malandro”, e lembro-me daí da cara de um grande amigo da vida acadêmica, quando até então uma ex-namorada resolve querer reatar os laços que ela terminou, estes que nem sei aonde tinha guardado ou se joguei fora.
O grito de guerra já tinha sido dado, não havia volta, o “Dark Vader” já tinha tomado posse, na verdade já estava pra lá do outro lado da força. Penso que não se tem lados e sim conceitos, como posso me julgar estar do lado do malvado, ou do bonzinho, quando o lado do mal me faz bem, que irônico.
Dizem que amor e ódio são sentimentos muito próximos. Pois é verdade, são muito intensos, e por isso um fica na fronteira do outro, como confrontos na faixa de Gaza, é bomba pra todo lado. Algumas rejeições desfrutam o ódio, e se tinha amor antes, da lhe a falação. Naturalmente a mulher já tem o “know-hall” da conversa, pra não dizer “fofoca” que soaria ruim. Mas é. E é com toda essa desenvoltura que ela consegue difamar com certo profissionalismo, o que não é ruim pra quem já é tomado pela malandragem, afinal “pra quem está leproso o que é uma feridinha?”. Pergunto-me o que faria de diferente, a não ser aproveitar a “publicidade” negativa pra alavanca o lucro. Em Marketing, o produto indiferente do design, cor, preço e demais aspectos, só é bom produto quando tem mercado. Ninguém ainda inventou geléia de jacá, o público é limitado. Então entro novamente no paradoxo “bem e mal”, porque seguir o conceito bonzinho se o nicho aponta a tendência de mercado pra canalhice?
A aventura sempre foi propulsora para os amantes, como um motivo pra se amar. E tenho certo que aventura é ligada às coisas intensas, e perigosas.
Falam mal, tanto, na mesma proporção que me ligam, imagino então que meu telefone virou um disk aventura. Na verdade elas ainda precisam apenas de uma desculpa pro delírio, fingir-se de bonzinho, mesmo que elas saibam que não é. Algo como “fingir que não sabem que elas sabem” para que toda parte da “canalhice” fique pra você. E depois elas terem o crédito da palavra... - Ele me enganou; Fui usada; Ele nem me ligou mais; iludiu-me; coisas do gênero. Doce sujeira amorosa.
Neste ponto ninguém ta errado, só cumprindo as funções normais do masculino e feminino. Desde a caverna os dois trabalham, mas homem sai á caça, pra pegar à presa. A mulher é costumeira e cúmplice tempera e prepara a comida. A condição de cúmplice vem meio que desligada do crime total, é depois do crime feito, e não como autor, o agravante sobra ao homem. Existe esta luta, entre quem ser o individuo pragmático e o erótico, do grego Pragma e Eros, consciência e calculismo, contra o poético e erótico. E como é bom o sabor dos boêmios. As noites, as festas a bebida que adoça a mente e pensamentos, é o fluido lubrificante das engrenagens do xaveco, e solvente da timidez, e como eles saem quando se lubrifica bem. Cerveja, Uísque, Rum, bebidas que nos dão o dom da palavra, e tiram da mulher o direito do “não”, a cada gole, mais e mais receptivas ao “sim”. Ah, com certeza Deus deve ter feito as mulheres mais fracas para o álcool propositalmente, pra que não bebessem muito, talvez para o pecado não ser maior. E de certa forma o diabo gostou, porque ficou barato esse pecado, basta gastar com uma ou duas doses de dry-Martini, pra ficarem tinindo ao sexo ilimitado.
(G.P)
